Roteiro em Petrópolis: 4 dias com 2 malinhas

Mais um feriado de carnaval que nós, como bons turistas e pouco afeitos à folia, encontramos um destino perfeito para passar os 4 dias: Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro. Planejávamos já há um bom tempo ir pra lá, mas como fica um pouco distante daqui - cerca de 5 horas de viagem - precisávamos de um feriado um pouco mais longo.
Marido e eu já conhecíamos a cidade, separadamente. Marido parou lá como destino final de uma cicloviagem pelo caminho novo da Estrada Real, há alguns anos; eu tinha ido passar um feriado lá com amigas há uns 15 anos e tinha adorado a cidade. Queríamos muito levar os malinhas para conhecer e posso dizer que não nos decepcionou!
Como Petrópolis fica bem pertinho do Rio, muitos cariocas fazem bate-volta, mais ou menos como a gente faz aqui com Campos do Jordão, e muitos dos posts que pesquisei eram sobre passeios assim. Realmente dá pra espremer vários passeios num dia só, mas ficar alguns dias dá mais folga para conhecer tudo com calma.
Petrópolis, conhecida como Cidade Imperial, nasceu por conta do calor surreal do Rio de Janeiro (e, dizem as más línguas, por causa do medo que a galera da nobreza tinha da febre amarela). D. Pedro II decidiu passar os meses de verão na serra e todos os nobres e ricos copiaram a ideia, dando origem à cidade e seus casarões lindos e imponentes. Por conta disso tudo, é considerada a 2a cidade planejada do Brasil (a primeira é Recife, planejada pelos holandeses na época do Brasil colônia).

↪ Dia 1
Começamos nossos passeios parando no Castelo de Itaipava, um misto de hotel, restaurante e local de eventos, que fica em Itaipava, às margens da rodovia BR-040, a alguns quilômetros do centro de Petrópolis (para quem não sabe, como eu não sabia, Itaipava é um distrito de Petrópolis).
A construção, original de 1920, foi projetada por Lúcio Costa (que posteriormente participou do projeto de Brasília) e pensada para ser realmente um castelo em estilo medieval, com características renascentistas - no Brasil! Ainda hoje é considerado o único com esse estilo no país. E esse exagero todo saiu do bolso do Barão J. Smith de Vasconcellos, um cara com nostalgia de Europa e do império em plena era da república.
O local conta com dois restaurantes: o Solar, que fica numa área externa, e o Bistrô, onde almoçamos, que fica dentro mesmo do castelo. Achei o restaurante bem agradável e a comida boa mas não impressionante (e a cerveja que pedi estava quente) - o forte mesmo é o ambiente, foi o que achamos. Os malinhas adoraram o clima meio castelo de Hogwarts (a mais velha ama o Harry Potter) e ficaram muito impressionados com as escadas e todos os detalhes.
->> A Tharsila, do blog Mapeando o Mundo, foi ao Solar e tem um post completo aqui: Mapeando Petrópolis: Castelo de Itaipava & Almoço no Solar do Castelo <<---
A Cervejaria Itaipava fica ali bem perto do castelo, mas há poucos horários disponíveis para a visita guiada e não é permitida a entrada de menores de 18 anos.
Dali seguimos para o centro histórico de Petrópolis. Nossa primeira parada foi no Palácio de Cristal, que era bem pertinho de onde ficamos hospedados (no final do post conto os detalhes dessa que foi nossa primeira experiência fora de hotéis/pousadas) - vale aqui lembrar que a cidade fica no meio de morros, então "perto" pode ser perto em distância mas significar uma ladeira sem fim, como era o caso da nossa hospedagem 😉.
O Palácio de Cristal é uma estrutura de ferro fundido, encomendada e trazida da França pela Princesa Isabel, para abrigar exposições agrícolas. Hoje é um parque bem bonito, rodeado de verde e de pequenas fontes, totalmente restaurado em 1998. A estrutura  e o piso originais foram mantidos, mas os cristais foram substituídos por vidro laminado. Como era carnaval, havia uma banda todos os dias, tocando marchinhas, das 10 às 17h.
Na entrada do parque fica uma lojinha e um centro de informações turísticas, onde nos deram várias dicas e mapinhas da cidade. A entrada é gratuita.
No mesmo final de tarde, seguimos para a Catedral de São Pedro de Alcântara, um dos cartões postais da cidade. Em estilo neogótico, com a iluminação à noite fica realmente linda. No seu interior fica o Mausoléu Imperial, onde estão os restos mortais de D. Pedro II e sua esposa D. Tereza Cristina, e da Princesa Isabel e seu marido, o Conde d'Eu - que foram repatriados de Portugal após a anulação do decreto que bania do Brasil a família imperial.
Bem ali pertinho, atravessando a avenida, fica a Casa da Princesa Isabel, onde foi tirada uma das últimas fotos da família imperial antes do exílio. Ali não se permitem visitas, mas a foto pode ser vista em vários lugares de destaque, um deles no jardim do Palácio Imperial - onde tiramos a foto abaixo.
Procurando um lugar para jantar, seguimos pela Avenida Ipiranga e nos deparamos com a Casa da Ipiranga, que mereceu um post só pra ela, tanto que nos impressionou. Considerada uma das únicas 4 casas particulares do século XIX ainda em estado original, contamos com o Celso - bisneto do dono da casa, José Tavares Guerra, um empresário abolicionista e republicano - para uma visita guiada inesquecível. Ele nos contou detalhes que só mesmo alguém da família poderia saber, e em muitos momentos se emocionou. 
A casa fica no meio de um jardim imenso, e ao lado dela, a antiga estrebaria abriga hoje um ótimo restaurante. Foi a primeira residência em Petrópolis a utilizar energia elétrica, e foi construída por imigrantes alemães - pois o Sr. Tavares Guerra, abolicionista convicto, se recusou a utilizar mão-de-obra escrava. Os detalhes são primorosos, do piso ao teto, cada sala, retrato e objeto com história e razão de ser. No primeiro andar ficam os quartos e no segundo andar fica a capela, que não está disponível para visitação. O que nos entristeceu um pouco foi ver a dificuldade que o Celso enfrenta para manter a casa, com pouquíssimo incentivo público. Post completo aqui: Casa da Ipiranga - um passeio obrigatório em Petrópolis
Nós jantamos no restaurante ali mesmo, e infelizmente não conseguimos voltar para ver a casa durante o dia - ela abre para visitação das 14 às 18h e a entrada custa R$ 10.
↪ atualização: a Casa da Ipiranga fechou as portas para visitação por falta de recursos a partir de 19/4/2019. Ficamos arrasados com essa notícia e esperamos que essa situação se reverta em breve! 

↪ Dia 2
No dia seguinte resolvemos começar os passeios fora do centro histórico e seguimos em direção ao bairro Quitandinha, distante 7 quilômetros. Paramos para tomar café na Casa do Colono, para experimentar as famosas torradas de Petrópolis - fatias grossas de um pão que derrete na boca, cobertas por uma camadinha de manteiga e queijo, uma delícia! A Casa do Colono é um lugar muito tradicional da cidade, que teve origem numa fábrica de amanteigados (até hoje famosos) e agora é uma espécie de padaria cujo forte são as receitas alemãs. Só digo que tudo que experimentamos era delicioso! Ali pertinho fica um dos portais da cidade e aproveitamos para tirar algumas fotos.
Dali seguimos para o Palácio Quitandinha, um delírio arquitetônico construído na década de 40 para ser o maior hotel cassino da América Latina, que completou 75 anos agora em 2019. Tem 50 mil metros quadrados, em estilo rococó hollywoodiano (o máximo da modernidade na época) e o lago em frente, além de ter o formato do mapa do Brasil, levou uma grande quantidade da areia de Copacabana na sua construção (!)
Com a proibição do jogo no Brasil, o Quitandinha viveu um período de muita dificuldade para se manter, e na década de 60 deixou de ser hotel e virou um condomínio. 
Quando estive lá há 15 anos, achei a área aberta à visitação bem decadente e mal cuidada. Mas em 2007 toda a área social, os salões e o teatro foram terceirizados para o SESC e posso dizer que a diferença é enorme! É impressionante a riqueza de detalhes e o luxo do lugar, tudo foi pensado para ser muito chique e grandioso. Em todos os salões há placas explicativas, o que ajuda o visitante a se localizar (e se maravilhar). Vale destacar a piscina - que de longe foi o que mais me impressionou: a parte mais funda tem 5 metros de profundidade e a decoração das paredes foi inspirada na obra 20 mil léguas submarinas, de Júlio Verne. 
Como era carnaval, havia muitas atividades para as crianças e os malinhas se divertiram bastante, passamos praticamente a manhã toda ali. Inclusive assistimos uma peça nesse teatro rosa da foto!
Deixamos o Quitandinha e retornamos ao centro histórico para fazer o tour guiado na Cervejaria Bohemia, a mais antiga cervejaria em funcionamento no Brasil. Compramos os ingressos pelo site, mas apesar de estar bastante cheio daria para ter comprado na hora. Os ingressos custam R$39 por adulto, e menores de 18 anos não pagam mas precisam de uma autorização dos responsáveis. Adianto que a visita é bem segura para os pequenos, diria até bem atrativa - há muitos painéis coloridos e locais onde pode-se tocar nas coisas, microscópios, "degustação" dos ingredientes... 
Assim que pegamos o ingresso, ainda aguardando o início da visita, já ganhamos um copo de chope! Os grupos saem a cada 30 ou 40 minutos, e o tour dura pouco mais de uma hora. De início assistimos um pequeno vídeo contando como a cerveja provavelmente foi descoberta por acaso, e a sua evolução ao longo dos anos. A cada etapa da visita aborda-se um aspecto da produção de cerveja: a história, a evolução no mundo, a chegada ao Brasil, as primeiras fábricas, os ingredientes e os diferentes tipos de cerveja, diferentes sabores e aromas, evolução do processo de fabricação, um pouco sobre o processo de fabricação e engarrafamento. Na última etapa, nova degustação!
Como todas as visitas deste tipo, há uma lojinha no final, onde é possível comprar vários produtos diferentes. No mesmo prédio fica também um restaurante bem famoso, que resolvemos experimentar - mas confesso que nos arrependemos um pouco por conta da espera. Quando chegamos, nos informaram que seriam uns 30 minutos de espera, mas na verdade esperamos por mais quase 1h30, e acabamos saindo de lá já no fim da tarde, o que estragou um pouco nossos planos do dia. A pessoa que nos atendeu nos disse que estavam com pessoal de menos, por isso o restaurante não estava funcionando 100% 😞

↪ Dia 3
Após o café da manhã, seguimos direto para o Museu Imperial, que abre para visitação a partir das 10h30. O lindo prédio rosa, de estilo neoclássico, foi a residência de verão da família imperial até a proclamação da república, e toda a cidade de Petrópolis surgiu a partir dele. Os jardins abrem mais cedo, a partir das 7 da manhã, e a visita é gratuita. Dizem que esse jardim, projetado por um paisagista francês, é a cara do gosto de D. Pedro II, misturando espécies de árvores e flores de vários lugares do mundo com bustos de figuras mitológicas e pensadores gregos.
Logo na entrada, próximo à bilheteria, fica um painel com a árvore genealógica da família imperial brasileira - os malinhas amaram! E ficaram muito impressionados com o tanto de crianças que morreram cedo.
Não é permitido tirar fotos dentro do museu nem entrar com bolsas ou mochilas (elas devem ficar num guarda-volumes logo na entrada) e o uso de pantufas nos pés é obrigatório (um charme a mais e uma diversão para as crianças), para proteção do piso e do acervo.
O museu está impecável e a visita é bem autoguiada, com sinalização das direções e as salas e principais obras identificadas em português e inglês. Destaque para as coroas de D. Pedro I e D. Pedro II - e para as jóias em geral - , para os berços que foram utilizados quando os bebês herdeiros nasceram e para a pena utilizada pela Princesa Isabel na assinatura da Lei Áurea.
Ao lado do museu fica o Pavilhão das Viaturas, com um acervo muito interessante de carruagens e liteiras utilizadas na época do Brasil Império - inclusive está lá a carruagem que pertenceu ao imperador.
Ali no Pavilhão ficam também a locomotiva e um vagão que foram utilizados na Estrada de Ferro da Serra de Petrópolis, inaugurada por D. Pedro II em 1883, que teve um tráfego intenso até deixar de funcionar, na década de 60. Uma curiosidade interessante é que havia trechos tão íngremes nessa estrada de ferro que a locomotiva se posicionava na parte traseira, empurrando os vagões.
Deixamos o complexo do museu e seguimos até o Palácio Amarelo, onde atualmente funciona a Câmara Municipal de Petrópolis. O casarão, de 1850, passou a ser do município em fins do século XIX e começou a funcionar como câmara. O prédio é muito imponente, e apenas algumas salas estão disponíveis para visita (que é gratuita), mas como ali circula muita gente ele não está tão conservado quanto poderia.
Depois dali pegamos o carro e subimos até o Trono de Fátima, um monumento a Nossa Senhora de Fátima que fica num ponto bem alto da cidade, de onde se tem uma vista panorâmica. Mesmo com o tempo fechado a vista vale a pena.
Finalmente seguimos para um dos lugares que eu mais esperava conhecer, e que não tinha conseguido ir quando estive em Petrópolis: o Museu Casa de Santos Dumont , ou "Encantada".
Assim com a Casa da Ipiranga, este é um lugar que merece um post próprio. Totalmente projetada pelo próprio Santos Dumont, que a considerava como sua verdadeira casa no Brasil, ela é cheia de peculiaridades - da escada de acesso, que só possibilita começar com o pé direito, ao famoso "chuveiro" que ele inventou, um balde que misturava água quente e fria e permitia tomar banho em pé, uma vez que o banheiro é tão pequeno que não caberia uma banheira. O acervo contempla objetos pessoais - como o famoso chapéu -, projetos, cartas e livros. Na parte externa, junto a uma lojinha, fica o Centro Cultural 14 Bis, onde é possível assistir um vídeo sobre a vida dele e onde ficam maquetes da casa e do famoso 14 Bis.
Sei que saí dali muito mais impressionada com esse brasileiro que foi tão longe, um misto de cientista, engenheiro, inventor, cuja vida terminou em suicídio por não ter se conformado que sua invenção mais genial, o avião, fosse utilizado para fins bélicos.

↪ Dia 4
No nosso último dia decidimos caminhar pela Avenida Ipiranga até o Parque Natural Municipal de Petrópolis. Paramos pertinho da Igreja Luterana e andamos alguns quarteirões até o parque, parando para observar os principais pontos ali.
O primeiro é a própria Igreja Luterana, o mais antigo templo religioso da cidade, construído por imigrantes alemães para que pudessem frequentar sua própria igreja - já que eram, em sua grande maioria, luteranos. Uma pena que não estava aberta àquela hora da manhã.
Um pouco mais adiante fica o Mosteiro da Virgem, onde pode-se visitar a capela que fica bem no alto e permite uma visão panorâmica da rua.
Na mesma avenida também fica a casa de verão de Rui Barbosa, que não pode ser visitada mas vale a curiosidade - foi ali que ele escreveu a famosa Oração aos Moços e também onde passou seus últimos dias.
Chegamos finalmente ao Parque Natural Municipal de Petrópolis. Quem é fã de natureza, como nós, tem que conhecer. Um recorte de mata atlântica no meio da cidade, com duas trilhinhas de 800m, muito bem conservado. Interessante que há algumas ruínas de construções dentro dele. O parque tem muitas regras, inclusive uma delas diz que ele fechará em caso de chuvas intensas por causa do risco de deslizamento. O guarda que estava na portaria era uma simpatia: nos alertou para ficar em silêncio pois os bichos se assustam facilmente. Ele disse que há muitas preguiças e saguis por ali - nós só conseguimos ver um macaquinho bem de longe, uma pena!
E antes de ir embora da cidade, pegamos o carro e seguimos para o Museu Casa do Colono, que fica num bairro mais afastado do centro histórico. Essa casinha de pau-a-pique com telhado de zinco foi construída em 1843 por um colono alemão da maneira típica da sua região de origem, e hoje, transformada em museu, guarda um acervo muito interessante de objetos da época, que retratam bem o jeito simples (e difícil!) que eles viviam.
Os malinhas se impressionaram com o tamanho da casa e com a privada - uma cadeira com um penico escondido 😄 - e também com o fato que as pessoas não tomavam banho todo dia. Vale a visita, especialmente pelo senhorzinho que toma conta do museu e dá explicações cheias de detalhes históricos interessantes.

Hospedagem
Como eu contei lá em cima, foi a nossa primeira experiência fora de hotéis/pousadas - nos hospedamos em uma "mini-casa" (como os malinhas apelidaram) pelo Booking. A casinha, chamada de loft Palácio de Cristal pelo proprietário, era uma graça, mas bem pequenininha mesmo. Contava com uma cama de casal, um sofá-cama, banheiro e uma micro-cozinha bem equipada (frigobar, microondas, cafeteira, pratos, copos e talheres).
Eu confesso que achei meio claustrofóbico porque era bem pequeno para nós 4 - para um casal seria perfeito. E senti um pouco de falta de ter café da manhã. De resto, quanto a limpeza, organização, qualidade de lençóis e toalhas, tudo excelente.
Mas, como eu também já adiantei, em Petrópolis distância não é tudo. O loft, apesar de pertinho do Palácio de Cristal, ficava numa ladeira bem íngreme, o que não dava muita vontade de sair a pé. Por isso é importante se informar bem caso a intenção seja se locomover a pé.
💡 Dica: Petrópolis e região tem uma infinidade de opções de hospedagem. Vale muito a pena consultar esse post do blog Viciada em Viajar, com um apanhado geral da cidade por bairro e preço: Onde ficar em Petrópolis – Itaipava, centro e outras regiões

Dicas & Conclusões
- Achei a cidade muito mais limpa e organizada que há 15 anos. Talvez porque o riozinho que corta o centro esteja mais limpo (não tinha cheiro nenhum) e também porque há bem menos daquelas carruagens turísticas (antes tinha cocô de cavalo por tudo, agora além de não haver muitos, eles colocam uma espécie de rede na traseira dos cavalos para segurar o cocô e não cair no chão).
- A cidade é linda e tem fama de ser muito segura, comparada com outras cidades na região metropolitana do Rio. É muito arborizada e fácil de andar. Todos os pontos turísticos estão identificados com uma placa explicativa em português e inglês, e um mapinha com as atrações próximas - isso permite que a gente se guie sozinho e entenda a importância histórica de todos eles.
- Não achamos as atrações caras. Os ingressos para os museus custam em média R$ 10 ou menos, e os preços nos restaurantes também são bem normais. E há opções para todos os gostos e bolsos.
- A cidade não tem carnaval (parece que o prefeito proibiu os blocos no centro histórico), e apesar do feriado prolongado, não estava super cheia. Encontramos um pouco de dificuldade para estacionar em alguns momentos, mas nada que atrapalhasse.
- Mesmo ainda não tendo estudado História do Brasil, os malinhas adoraram o clima "imperial" - reis, princesas e intrigas sempre formam um enredo interessante, não é mesmo? Acho que vale uma nova visita quando estiverem maiorzinhos.
- De novo, Petrópolis é uma cidade encravada no meio de morros, então é um tal de sobe e desce que nem sempre permite longas caminhadas.
- Ainda restaram lugares que não conhecemos, como o Palácio Rio Negro e o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (uma das entradas fica em Petrópolis), assim como não conseguimos ir ao espetáculo Som e Luz do Museu Imperial (que só funciona de quinta a domingo) - ainda vamos ter que voltar lá!
💡 A Ana, do blog Nosso Blog de Viagem, fez as trilhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos e contou neste post aqui: TRILHA NO CIRCUITO DAS BROMÉLIAS – PARNASO

Links úteis
Site do Castelo de Itaipava (além de informações gerais, é possível até consultar o cardápio dos restaurantes)
Site da Cervejaria Itaipava (visita guiada para maiores de 18 anos)
Portal da Prefeitura de Petrópolis
Portal de turismo de Petrópolis e região serrana
Sobre a Casa da Ipiranga
Casa do Alemão 
Sesc Quitandinha
Detalhes do Tour cervejeiro na Cervejaria Bohemia
Site do Museu Imperial

↠↠ Vale mencionar dois posts que me ajudaram a montar esse roteiro: Roteiro de 1 Dia em Petrópolis, RJ, do blog Ninho de Jiripoca, e PETRÓPOLIS / RJ – ROTEIRO 2 DIAS, do blog Vem que te Conto!

↠↠ Dicas imperdíveis de onde comer em Petrópolis mereceram um post especial: 5 lugares para comer em Petrópolis

↠↠ Quer conhecer outros lugares bacanas no estado do Rio? O blog Aprontando as Malas tem um post ótimo com uma lista de destinos para conhecer no Rio: 10 Lugares para viajar no Rio de Janeiro em um fim de semana

↠↠ Gosta de cidades históricas? Tem posts de outras cidades lindas aqui:
Roteiro pelo centro de São Luiz do Paraitinga com 2 malinhas
O que fazer em Paranapiacaba com 2 malinhas
Minas Gerais a dois - São João Del Rey e Tiradentes em 2 dias

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